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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


O FUTSAL E LORENA GABRIELY BUENO LOPES

Sua paixão pelo Sonic e Arena Futsal fez ela trocar o curso de Direito, por Educação Física

2019-07-25 às 07:38:33) Uma entrevista muito cativante aconteceu nos arredores do Ginásio de Esportes Furtadão em Telêmaco, com Lorena Gabriely Bueno Lopes.

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Nascida em 03 de dezembro de 2000, ela vem há tempo se destacando, por sua dedicação como auxiliar de seu pai, Sérgio Adriane Lopes, conhecido como Gaúcho, que fundou as equipes, que se tornaram projetos sociais, a Arena e o Sonic Futsal. Imagine o legado já existente, e que deixará, uma jovem que troca o sonho que tinha construído, de cursar Direito, e está fazendo Educação Física, pelo amor profundo e dedicação pelas crianças que ela ajuda a se direcionarem, pelo esporte. Leia atentamente essa história, e no final, assista na íntegra o vídeo, com a participação de Serginho. Ela é filha de Elaine e irmã de Nikolas.

 

COMO TUDO COMEÇOU!

Treinadora de Futsal e acadêmica de Educação Física pela Fateb, explicou que desde 2012 quando treinava as meninas, já gostava de Futsal, e em 2015 a mãe dela, professora Elaine, que é diretora da Escola Municipal D. Bosco, no Jardim Alegre, pediu que o pai de Lorena, Sérgio Adriane Lopes, mais conhecido por Gaúcho, fosse dar uma atividade desta modalidade para as crianças. “Foi ai que a gente começou com o time. A gente começou a fazer uns amistosos, ai começou-se a levar a sério. Participamos da Copa Cidade. Aí fomos crescendo nesse ambiente do esporte, porque não éramos tanto envolvidos “. Ela analisa que o fato de acompanhar seu pai a incentivou em sua escolha. Falou com paixão e sinceridade ao que está se doando: “Acho que isso agora é tudo pra mim, sabe! É uma coisa que eu acho que eu nunca vou parar! Não é uma coisa momentânea. Faz muito tempo que eu trabalho com isso. Acho que é pra vida inteira mesmo que eu vou trabalhar com as crianças!”.

 

ABDICOU DE DIREITO, POR EDUCAÇÃO FÍSICA, POR AMOR AOS PEQUENOS

Ao longo dos 18 anos de vida, um momento decisivo para a jovem treinadora, foi abrir mão de um sonho e um projeto que vinha de tempos, que era o curso universitário de Direito, e que pelo amor à causa do esporte e especialmente ao Futsal, trocou por Educação Física. Comentar com seus pais da decisão, falar à sua mãe, foi assim narrada por ela: “Foi muita pressão psicológica... muito mesmo! Porque assim: você tem que pensar em uma coisa que você quer fazer na faculdade, uma coisa que você goste e não algo que simplesmente vai te dar lucro! Acho que você tem que fazer algo que você trabalhe, mas na verdade você não precise trabalhar, porque você tem prazer em fazer isso, porque você gosta daquilo! Hoje em dia você vê muita gente que não é contente com o que faz. Não é contente com o que trabalha. Outros já, você vê em coisas mais simples, a pessoa fazendo aquilo com tanto amor e carinho!”.

O fato de ser muito querida com todos, estar sempre envolvida com as crianças que treina, ser animada e não ser tão alta, ao ser perguntada se as vezes a confundem ter menos idade, disse que sim, e lá com 13 ou 15 anos!

 

O ESPORTE

Ela acha que já nasceu gostando de esporte, “e desde pequena, corria pra cá e corria pra lá. Desde pequena... sempre fui muito pilhada!”. Perguntada se quebrou algumas vidraças com bola, ela disse que sim. Seu pai alivia e diz não saber, mas acha que sim!

Comentando do Futsal Feminino, e se percebia que havia preconceito, e como está essa questão hoje, respondeu que ele está muito valorizado em relação ao passado: “Acho que está bem mais presente do que era antes!”. Ela chegou a treinar com o time feminino, mas agora só auxilia ao seu pai.

 

EM PARANHOS E EDUCAÇÃO EXTREMA DOS ATLETAS POR ELA E SÉRGIO TREINADOS

Da viagem para Paranhos, no Mato Grosso do Sul, dos dias 12 a 14 deste mês, com o Sub 11 e 13, disse que foi sonho realizado e acrescentou que são tantas crianças que sonham em sair pra fora pra viajar, mesmo que seja algum amistoso perto: “Acho que a gente abençoou muitas vidas lá, e foi muito legal, mesmo!”, referindo-se também ao ato de ação social promovido pela Igreja Batista Betel.

Tendo esse jornalista sido convidado para a viagem a Paranhos, neste sentido, enfatizou a ela, a alegria que sentiu em ver um respeito enorme dos atletas, seja entre eles, com todos que estavam a volta deles, a educação e carinho enorme com seus pais: “Acho que o respeito é tudo para manter qualquer tipo de relação. O respeito vai ser sempre em primeiro lugar.

Lorena agradeceu aos pais dos atletas, pela confiança em “confiar” os filhos deles a ela e seu pai. “A gente cresceu com esses meninos, e não tem preço que pague tudo o que a gente conseguiu através do Futsal. Não é simplesmente jogar bola, não é só mais um esporte. Acho que tem um amor por trás disso! Coisas que fazem a gente crescer na vida. Tem uma motivação!”.

 

A ALEGRIA DO PAI, SÉRGIO, AO VER O AMOR DA FILHA PELAS CRIANÇAS

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Ao participar da entrevista, Sérgio, a pedido do Oberekando, responde da alegria da atuação, motivação e do caráter da filha: “Já imaginava no começo, que só era na escola e mais nada, por ela ter estudado lá, talvez (Escola Municipal Dom Bosco). Mas foi expandindo, foi crescendo, e ela junto. E como eu disse, ela chora quando perde, chora quando há alguma coisa errada! Você sente o amor verdadeiro, como os pais falam.

“Os pais (dos atletas) amam ela! Muitas vezes o atleta entra no privado (rede social) conversar com ela e não conversa comigo. Por isso agora eu uso esse argumento: ‘Fala você, porque com você talvez ele entende, ele vai, ele faça! Não é que eu seja rude ou bravo, mas sim, que tem mais afinidade com ela!’”.

Também fez, ele, citação quanto a educação dos atletas, e disse que sua meta é fazer dos participantes do Projeto Arena e Sonik, 50% atleta e 50% cidadão de bem, “que possa fazer a diferença aqui no meio de Telêmaco, da comunidade dele, e até na sociedade”. Fez questão também de agradecer os pais, que sempre acreditaram, sempre ajudaram: “Por mais que os filhos venham aqui as vezes, e não joguem muito, mas eles falam ‘você está certo Sérgio, ele está feliz em estar aí’.

Quanto a viagem à Paranhos, voltou a agradecer as pessoas e empresas que ajudaram para que fosse possível o projeto.

Um detalhe a mais percebido por Sérgio, foi levar atleta daqui, para ser premiado lá. Citou seu filho Níkolas, “que a princípio, nem queria ir. Lá, estava meio estressado pelo jogo, de repente, foi o destaque da partida! E outras pessoas que saíram daqui, que nunca receberam uma medalha, foram 700 km lá, para receberem uma. Isso sim que eu fico feliz!”.

 

REFERÊNCIAS DA FÃ DE AMANDINHA

Lorena falou de suas referências no esporte e suas preferências em diversos aspectos do dia-a-dia.

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No Futsal, guarda com carinho a foto feita com Amandinha, que foi eleita já por cinco vezes a melhor jogadora de Futsal do mundo. Ela, quando tem oportunidade, não perde a chance de tietar! Foi assim com Viola e outros ídolos!

 

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