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DR. IVO BONA, DA LIRA, E TANTAS JORNADAS
DR. IVO BONA, DA LIRA, E TANTAS JORNADAS

O advogado, professor, político e empresário, no batente desde os nove anos

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2024-03-21 às 08:52:11) No especial de 60 anos de Telêmaco, um catarinense, adotado pela Capital do Papel. Ele, que desde os nove anos de idade já trabalha, e isso, o levou aos cursos superiores, e dentre outras coisas que fez para se manter e manter os estudos, deu aulas particulares, mesmo ainda na condição de acadêmico, fez cobrança de mensalidades de alunos para um colégio ao qual ganhava aulas extras e também conseguiu pegar livros de um vendedor, que revendia a seus amigos, para se garantir! Este mesmo, com suor e vontade de vencer, viria a ser, vice-prefeito de Telêmaco, e depois, vereador. Também é conhecido pela longeva Imobiliária Lira, além de ser um conceituado advogado! Veja a entrevista até o final, e saberá também, como Dr. Ivo Tadeu Bona, encontrou sua alma gêmea, e tem uma família, cheia de amor!

Nosso entrevistado é de uma família de 12 irmãos, e ele é o nono deles. Entre eles, são cinco irmãs freiras, na Madre Paulina: Irmãs Eli Terezinha, Carolina Dimas, Hermínia, Edite, e Iria. Três irmãos, padres: Padre Vitório, Décio (In Memórian) e Dácio, que atualmente é vigário em Massaranduba, perto de Blumenau.

“O que a gente tem na vida é bastante humildade, então a gente gosta de fazer e nem tanto divulgar, e talvez aumentar aquilo que você fez, eu não! O meu estilo é diferente! Fazer, ser útil às pessoas, mostrar a presença da gente fazendo coisa boa, para a cidade, para a família, para a comunidade, para a igreja, e para o comércio, seja o que for, contanto que seja positivo”, comentando que fora antes convidado para falar ao Oberekando, e pediu, respeitosamente, que fosse depois entrevistado. “Então a gente gosta de se abster um pouquinho, que tornar público aquilo que a gente faz”.

Ele assim se expressou: “Hoje a gente quer colocar aqui, em público, no Oberekando, uma caminhada da gente, desde os nove anos pra cá. Eu digo nove anos porque até lá, a gente não era gente! Aí eu senti, porque desde os nove anos, estou trabalhando”, e quando há possibilidade, como incentivo a terceiros, explica: “Eu vendia vassouras que meu pai fazia, nós íamos no mato apanhar palmito e eu vendia, e assim por diante, então eu acho que é um orgulho a gente dizer que está trabalhando desde os nove anos”. Ele nasceu no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, na cidade de Rodeio, que fica perto de Timbó, acima de Blumenau, uns 40 Km, “e que tinha muitas colónias italianas, tanto assim que até os nove anos, eu só falava italiano”. Ele que foi ao Seminário, em Ascurra (SC), com 13 anos, e ficou lá cerca de sei anos, e aos 19 anos, já estava dando aulas de Português e Literatura, na paranaense, Imbituva.

Ele é da primeira turma de Direito da Univale, de Itajaí. Nesse período, lembra que trabalhou de porteiro no Colégio Salesiano, que era particular, como uma forma de se manter, por seis meses, e já cursando Direito. Vendo sua aplicação, no segundo semestre, no próprio colégio, tinha suas aulas, e ficou responsável em fazer as cobranças de mensalidade dos alunos. No segundo ano, o diretor da Faculdade, vendo o esforço do entrevistado, o convidou para dar aulas de Ciências Naturais e Matemática, no Colégio Industrial Nereu Ramos, em Itajaí, aonde este era diretor.

“E um dia eu estava vendo os navios entrando, e um cidadão, que é de Ponta Grossa... ele estava com o filho dele, e me conheceu no colégio, fazendo cobrança”, e como houve uma possibilidade, que não se concretizou, da não aprovação do curso na onde fazia Direito, seguiu o convite e ideia do amigo, e veio para Ponta Grossa, e continuou o curso na UEPG. Nesse interim, conseguiu vaga na Casa do Estudante, e deu aulas particulares para filhos de policiais e também no quartel, o 13 BIB, para assistentes e oficiais. Como tinha meio dia folgado, fez o vestibular para Letras, e passou no primeiro. Ao iniciar fazer amigos, também conseguiu aulas em Imbituva, e para as séries do Normal (que hoje corresponde ao Ensino Médio), nas disciplinas de Literatura e Português. Ainda com um tempo que lhe ficava livre, deu aulas em outro colégio. Nesse período também, ele abriu uma escola de Datilografia, na cidade. Não eram tempos como hoje, com a era da Informática.

Outro amigo, colega da faculdade de Direito que Ivo tem reconhecimento, é Edgard Kossatz, que tinha um tabelionato em Ponta Grossa, e que lhe concedeu tirar xérox, gratuitamente, para que o entrevistado tivesse material de leitura. Esse mesmo colega, quando havia um churrasco da turma, falava à Bona: “Você vai no churrasco e deixa comigo!”. Era de um coração muito bondoso! Ele era, ou irmão, ou primo de Ricardo, que dava nome a um chique Magazin, que marcou a cidade de Telêmaco.

Sendo o prefeito de Imbituva, amigo do diretor do Senai, Orual Nemésio Boska, abriu este diálogo aonde Telêmaco entrou no radar de Bona. Acássio Fraira era jurídico da Prefeitura da Capital do Papel e foi convidado para os festejos dos presidentes dos diretórios acadêmicos dos cursos de Filosofia, Ciências e Letras da UEPG, em Ponta Grossa, e disse à professora Milda, coordenadora do curso de Letras, que precisava de um rapaz de pulso firme para dar aulas no Colégio de Aplicação, em Telêmaco, “porque era só meninada! ”. Importante lembrar que antes, Ivo já era conhecido por ter tido nota máxima na Banca Examinadora em sua aprovação em Letras, quando fora objeto de sua apresentação, a obra ‘A cidade e as serras’, de Essa de Queiroz.

 

O SONHO DA FACULDADE PRÓPRIA PARA TELÊMACO

Na caminhada política, Ivo perseguiu e correu atrás, também, daquilo que era um sonho para Telêmaco, que era sua faculdade própria. “Quando eu era vereador, principalmente! A professora Diva, lembrou ele, era reitora do Campus local da UEPG, e em uma reunião uma vez, neste pleito, fora perguntada a ela se a vinda deste ensejo, atrapalharia (a UEPG), e sua resposta fora incisiva de que apenas acrescentaria e traria progresso, rememorou o entrevistado. “Nós tínhamos cinco ou seis instituições para visitar... eu tinha, não o Carlos Hugo! Um dia peguei o secretário de Obras, Dr. Márcio Moro, ele pediu que fosse ele também, e nós fomos lá ver a Fafijan, que estava em Jandaia. Lá que eu (RE)conheci você, inclusive. Tiramos fotografia! Nós íamos ver outras faculdades, mas naquele momento o Tim, o Tim Pontara, que era o diretor, ele veio ver, gostou, e achou que daria para montar em TB. Está ai o resultado! ”.

 

ESCOLA OLIVETTI

Um dado curioso, é que ele fora o primeiro dono da Escola Olivetti Cultural, de Datilografia, e após, foi que vendeu ao professor Mansueto Poltronieri. “Mais ou menos 800 alunos ali, eu dei diploma. Acho que eu fiquei uns oito anos... oito nove anos. E eu dizia assim ‘vou te dar o diploma dentro de um quadro, com vidro, bonitinho, e você traga outro aluno em teu lugar’”. A escola, registrada no Estado sob o número 10.086, foi aberta no final do ano de 1971.

 

IMOBILIÁRIA LIRA DESDE 1972

O mesmo Acássio, o apresentou o Júlio Lirani, de onde vem a palavra Lira. “Confesso, passava todos os dias pela salinha em Ponta Grossa, da Imobiliária Lirani, mas eu nunca me interessei pela imobiliária”.

 

VICE-PREFEITURA

Chegar à vice-prefeito, de 1989 à 1992, perguntado pelo Site, se foi também reconhecimento, respondeu: “Eu acho que foi um pouquinho, a tenacidade da gente, de ter garra, querer vencer, querer ser útil. Eu tinha pré-disposição de fazer alguma coisa de bom aqui!”  Em 1997, ele se tornaria também, o vereador mais votado do pleito.

Na época, ele foi presidente da Vicepar, que era a associação de vice-prefeitos da AMCG.

Em 1991, foi candidato a deputado estadual, quando obteve 9.300 votos. “Os três candidatos que concorreram com ele, juntos, tiveram cerca de 5.500: “Sinal que eu tinha um certo prestígio, né? ”.

No ano seguinte, 1992, foi candidato a prefeito, e disto, salientou: “Jogaram pedras contra a gente, pois as mentiras caem fáceis, e prefiro não comentar nada”

 

FUNDAÇÃO DA APOSTE

Na época, ainda o americano, padre Miguelão, uma palestra na Escola Paroquial, ministrou, para todos os professores, católicos, evangélicos e para quem quisesse participar, e ele perguntou o que a sociedade estava fazendo, quando haviam cortes de funcionários, exemplificando a Klabin, e estes caiam na rua da amargura, o que poderia se seguir com uma desestruturação familiar. Ele com o sempre professor João Evanir, fizeram a primeira reunião com os aposentados, com 11 pessoas e a segunda, com 16. “Mas nós não estávamos mais na política, e quando fui vice-prefeito, coloquei no plano de governo, ‘vamos fazer uma associação de aposentados’.  A nossa Aposte aqui, é a primeira do Paraná! ”. O Dr. Nedir da Costa, na época Jurídico da Prefeitura quando Dr. Ivo era vice-prefeito, ajudou a fazer o estatuto, da hoje profícua Associação. Também In Memórian, Itajibe Stoker concedeu ao entrevistado, uma placa em detrimento do esforço pela criação da Aposte.

Já, quando era vereador, ajudou que saísse a obra da capela mortuária da Aposte.

Na jornada, participou dos conselhos fiscais da Zona Verde, da Acitel, da União Paroquial, e do Sicoob: “Então a gente sempre prestou serviço, sem receber algo em troca, a não ser o prestígio e a satisfação de poder ajudar”.

 

FEIRA DO PRODUTOR, INSPIRADA NO MUNICÍPIO DE SANTA ROSA

Também quando era vice-prefeito, passando por Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, aonde seu irmão, o padre Vitório, era vigário, viu a feira do produtor, com 52 boxes, “e nós, conseguimos trazer a planta, e está aí, hoje, a nossa, com 32 boxes”.

 

PELO NÃO FECHAMENTO, À ÉPOCA, DO CAMPUS DA UEPG

Houve uma época, que o Campus da UEPG em TB estava quase fechando, e ele, no cargo de vice-prefeito, procurou o então prefeito de Ponta Grossa, Otto Cunha, para reivindicar a continuidade da unidade aqui na Capital do Papel.

 

CAMINHADA PELA IGREJA DE TB

Outra importante caminhada de Bona foi na comunidade católica de Telêmaco e sua participação na pedra fundamental do Centro de Formação Padre Egídio e da nova Matriz, entre outros momentos: “Quiseram que eu ficasse presidente do Conselho Pastoral Paroquial. Na época era presidente, e hoje a nomenclatura é coordenador. Foram 12 anos à frente e eram párocos à época, os padres Miguelito, Donald, Egídio, dentro outros. Neste período, já 26 comunidades formadas e em todas elas foram fundados o CPC: Conselho Pastoral da Comunidade. Ele saiu, quando deixou Ageu, da hoje Paróquia São Pedro e São Paulo em seu lugar e ai, este assumiu em definitivo na presidência.

O CENTRO DE FORMAÇÃO: “A mesma coisa. O padre Vitório tinha organizado em Santa Rosa, e nós estudamos aqui, numa noite, a planta, ali na Paroquial, com o setor que estava empenhado em criar este local”. Com satisfação disse: “São trabalhos que a gente tem uma sementinha, lá! ”.

 A NOVA MATRIZ: “Sempre em grupo, pois sozinho você não se vai a lugar algum, nós montamos a ideia de ter a Matriz nova (Paróquia Nossa Senhora de Fátima). A igreja fez o lançamento da Pedra Fundamental e eu convidei uma infinidade de associações”, de profissionais liberais, e de lideranças católicas e também evangélicas. E ouve uma pessoa ou duas, que o criticaram porque ele convidou evangélicos para isto, e ele salientou que todos estavam no mesmo caminho. Este ato lhe rendeu grande elogio por parte do pastor Pedro Cortez, que inclusive, da O Brasil Para Cristo, também foi vereador da cidade. Na ocasião, Pedro veio representar a presidência do Conselho de Pastores.

 

FUNDAÇÃO DO SICOOB EM TELÊMACO

“A gente ajudou a fundar, e o Tomas ajudou, encabeçou o Sicoob, dando orgulho à cidade”.

 

O QUE REPRESENTA AO SENHOR, OS 60 ANOS DE TB

“Eu fui candidato a prefeito, duas vezes. Uma vez com o professor Gilberto (Stremell) e não deu certo. (Nesta ocasião, a vice).  Uma eleição fatídica que, pelo que depois ficou-se sabendo, e rodou o comentário, eles perderam por 11 votos (para a chapa que era oposição, e encabeçada por Dr. Tranquelino). E depois se descobriu que na verdade, eram 62 votos que a eles davam a vitória! “Nós éramos jovens, éramos professores, e na verdade, queríamos trazer conhecimento de fora”. Um detalhe apontado por Bona, é que o Dr. Carlos Hugo fora um grande prefeito, mas, algo que marca, é que ele nunca deixou o vice-prefeito assumir um dia, oficialmente. Wosgrau, prefeito à época de Ponta Grossa, dizia, segundo o entrevistado: “Seu Carlos, porque o senhor não viaja! (uma pausa, um descanso)... Deixe o Ivo assumir!”.

Perguntado a ele como é ter o filho, Dr. Juliano Bona, como vice-presidente da Subseção da OAB de Telêmaco Borba, disse que já participou de reuniões da entidade, e que talvez seja a vez dele, “e acho interessante o cara ter essa experiência, ter o conhecimento, saber o que acontece. Eu fui na Acitel, por exemplo, fui na Paroquial e em vários setores, no banco... no Banco Sicoob, ele faz parte do Sicoob também (Do Conselho). Hoje o Leandro (outro filho de Ivo) está participando da Acitel.  “Se Deus quiser, eles também poderão fazer um bom trabalho. Eu sempre digo: ‘se orgulhem do pai que vocês têm’. Falo abertamente ‘eu me orgulho dos filhos que eu tenho. Ouvi muitos elogios a respeito deles!”.

 

DO ANIVERSÁRIO DE TB

“Eu fico triste quando vejo que nem todos os prefeitos tiveram uma visão de cima pra baixo. Visam, lateralmente, lateralmente, coisinhas pequenas! Tem muita coisa a se fazer em Telêmaco Borba!”. Outra situação que ele disse que deveríamos ter, seria um portal, mas não de lado, que trouxesse as potencialidades da cidade, com os números de habitantes, de comércios, formação da população, hospitais e enfim, demais informações a quem aqui estivesse chegando, e que a entrada da Capital do Papel, desde a entrada da Rodovia do Café, que sai de Imbaú na direção de nossa cidade, fosse melhor evidenciada a existência de TB.

 

COMO ENCONTROU A SUA ALMA GÊMEA, DONA DIAIR?

 “Como eu fui convidado para dar aulas na Escola Normal (anexada ao Colégio Wollf Klabin, na época), e era uma turma de meninas e tinha que ser um professor de pulso firme, eu fui dar aulas lá, e para três turmas. Tinham mais uma ou duas, e ela estava numa dessas. Ai, aconteceu que nos encontramos!”, falou com olhar de ternura, ele. Mas, num momento triste e as coincidências da vida, na ocasião em que havia falecido o esposo da diretora da Escola Normal, Ney Pimenta (hoje, denominação da Rua da Escola Adventista), “e eu tinha trazido as máquinas de escrever (ainda da Olivetti), e deixei o meu corcel em Ponta Grossa e um amigo me emprestou a Kombi”, foi quando estando na frente da igreja, no guardamento (velório), para a saída ao cemitério, ao sepultamento. “E eram três, quatro moças da Escola Normal que estavam... daí elas vieram conversar lá fora comigo, né, e eu não sabia aonde ficava o cemitério ( São Marcos, na época o único da cidade) também, né? E disseram... fica longe, fica longe. E vocês querem ir pra lá também? Vocês estão de carro? Não... ‘Se tiver carona nós vamos’”. Daí, Dona Diar Rebonato, ela com uns 16 anos, e ele vinte e poucos; escreveram sete anos de namoro, antes que acontecesse o matrimônio, isso em dezembro de 1977.

A FAMÍLIA: Dr. Juliano é casado com Larissa e têm dois filhos: Melina e Francisco. Leandro, que será pai em junho, sua esposa chama-se Rubian. “Ela veio alugar uma kitnet, e alugou o meu filho também”, disse com bom humor, após rasgar elogios às noras, e no caso, à Rubian, inclusa. Num jantar de aniversário dele, disse o entrevistado que falou às noras: “Olha, eu tinha dois filhos, e hoje, tenho dois filhos e duas filhas! Eu quero que Deus continue abençoando a eles, e a nós todos!”.

A entrevista, como de costume do Oberekando, quando especiais, mais alongadas, são gravadas com antecedência, e foi justamente no Dia Internacional das Mulheres, e ele, logo pela manhã, fez a entrega de rosas e uma mensagem, às funcionárias da Imobiliária Lira e também da GC Imóveis, de sua propriedade. Este foi o mesmo dia do falecimento de Dona Nevinha, esposa de Osvaldo Sarnoski, ao qual fizemos uma pausa de segundos na conversa, como forma de respeito póstumo.  No momento, ainda quanto ao Dia Internacional, Dr. Ivo deixou registrado os melhores votos, e acima de tudo, disse da primordialidade da existência das mulheres, e pediu a Deus e à Mãezinha do Céu, que continue abençoando elas.

Ao encerrar a entrevista, fora pedida com mais ênfase, uma mensagem dele, aos 60 anos de Telêmaco Borba: “Eu gostaria ver Telêmaco Borba ser assistida e ser apreciada por toda a Câmara, todos os vereadores, os que se elegeram e aos próximos, que olhassem com mais carinho, com prefeito, vice-prefeita, com mais carinho do que está sendo vista hoje nossa cidade. Ela precisa de muito mais visão clínica, pra ver se realmente nós estamos satisfeitos com aquilo que está! Na questão de segurança, reconheceu o esforço que vem sendo feito, com a chegada de mais delegados, inclusive, mas vê que profissionais que possam trabalhar com gente que está com esse declínio de vida, continuem a “assim, transformar, joio em joia”, fazendo algo no sentido educacional desta população.

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