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DANIEL NUNES E A EMOÇÃO DA MÚSICA!
DANIEL NUNES E A EMOÇÃO DA MÚSICA!

Ele faz parte de três bandas da capital do Estado

13/01/26 às 07:42:26) Um diálogo bem descontraído, na Praça dos Pinheiros em Telêmaco, foi com o músico e vocalista Daniel Nunes, que reside em Curitiba. Ele, que faz parte de três bandas da capital paranaense, compartilhou de sua experiência, e seu amor pela música!

Quando este que aqui escreve, iniciou no Jornalismo, e cobrindo regiões entre Apucarana e Maringá, no meado da década de 90, era normal se falar que a Cidade Canção era um grande referencial de bandas, e neste sentido, disse ele que atualmente, Curitiba é o mesmo, sobressaindo-se “o Rock, principalmente os covers, que é o cenário que eu faço parte hoje. Não faço parte do autoral, fiz, já participei de alguns discos também, autorais, de colegas meus, mas não de minha autoria. Já participei dessa cena autoral, mas é uma cena muito difícil, então eu sigo na música, no cover. Faço parte de três Bandas, em Curitiba”, sendo a Delorean, que agora em 2026, completará 20 anos, aonde ele, já está, farão quatro. Nela Daniel é tecladista, e canta algumas músicas também. “É uma banda que faz flashbacks, anos 70, 80, 90, e 2000, e traz toda essa recordação de pop-rock”.

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Nas outras duas bandas ele é mais o vocal, mas eventualmente, “em uma delas, eu também faço os teclados quando é necessário, que é o Coração Pirata Roupa Nova, que é minha banda do coração (Roupa Nova), que cresci ouvindo, e eles são professores!”. Devido à grande perca, na pandemia, de Paulinho, em todos os shows são feitas homenagens ao vocalista.

A terceira banda, a mais recente por ele integrada, é a Lost Highway, aonde faz o Bon Jovi. Informou Nunes que ela foi montada somente para apresentações na casa, o Clay Highway Bar, um dos maiores bares de Curitiba.

 

A CAMINHA DA MÚSICA: TUDO COMEÇOU NA IGREJA!

Afirmou que sim! “Eu aprendi música na igreja. Aprendi a tocar teclado, cantar, em paralelo com crescer ouvindo Roupa Nova, Bon Jovi, músicas dos anos 80, que é o que eu faço até hoje! Mas foi a minha base, não só pra música, mas para a vida também! Foi sim, vindo da parte do gospel”. Na particularidade dele, na música da igreja, era somente ele no teclado: “Às vezes o pastor começava num tom, e ia para um outro, e assim a gente vai criando ‘cancha’ (*Adaptando o ritmo). Quando eu fui começar com bandas, essa experiência a elas levei”.

 

A MÚSICA COMO ACALENTADORA!

Diante de um mundo nessa correria, aonde o tempo voa, tantas preocupações, sejam pessoais, em família, com o andar do país, a música vem como momento de calmaria e lazer! Nunes disse que as pessoas, especialmente das cidades aonde eles tocam pela primeira vez, fazem questão de citar que as canções os fizeram lembrar um primeiro amor, ou situações por eles vividas, ou que tal, era a favorita da mãe, do tio, da avó, que gostavam muito! Músicas, inclusive, que embalaram paqueras, que se transformaram em namoro, e estão no casamento! “E as pessoas chegam de forma bastante emocionadas falando sobre isso. A gente não imagina o quanto a música pode entrar no interior das pessoas!”.

 

SHOWS EM DIVERSAS CIDADES E ESTADOS

“Neste final de ano a gente fez Massaranduba, em Santa Catarina. Já tem outra data marcada lá para voltar. Já fizemos em Itá, duas vezes também, no Itá Thermas (SC). Inclusive, a gente já fez em São Paulo, em Apiaí, que é pra frente da Ribeira.”. Ibiaçá foi o show no Rio Grande do Sul!

Eventualmente são feitas apresentações fora de Curitiba, como Ponta Grossa, com o Roupa Nova. “Com as outras bandas também já fiz Castro, com a Delorean. Agora no final do ano fiz Foz do Iguaçu. Em Ponta Grossa, foi a vez de Bon Jovi, e em 2019, Telêmaco, o Harmonia Club teve a mesma apresentação, antes da pandemia.

 

CONTATOS PARA SHOWS

Os contatos para apresentações podem ser feitos pelo Instagram @coracaopirataroupanova, e Whats App (41) 9.9908-2230, tanto para eventos de Prefeituras e demais instituições, como festas de 15 anos, bodas, casamentos, enfim! Festas do Havaí, por exemplo, podem ter eles contratados, mas com a Banda Delorean, cujo evento já consta como sucesso efetivado no portifólio deles!

 

MUITO ALÉM DA VOZ, O PALCO, O FIGURINO E OUTROS FATORES

O que também é essencial no show, e aquilo que o expectador espera, e até mentaliza que vai encontrar, são os figurinos, as vozes, instrumentos e o palco. As apresentações se completam com esses aspectos, feito engrenagens!

“Além do trabalho musical, técnico: Instrumentos, instrumentação, voz... a gente não faz a imitação da banda... é um tributo! É uma homenagem! A gente tenta, conforme a nossa possiblidade, chegar próximo, o mais fiel possível, da banda”.

O poder que música exerce na vida de cada pessoa - mágico, com recordações e marcas de determinadas fases na existência do ouvinte -, foi comentado!

Daniel citou, das três bandas que ele faz parte, os principais locais que eles se apresentam, sendo Tork N’Roll, Clay Highway  - "No Sebas que a gente faz todos os meses. No Sheridans aonde a gente (Coração Pirata) começou a tocar. Tem também Armazém Garagem, Distrito com a Delorean, evento do Crossroads são os bares que a gente está em Curitiba, neste circuito do Pop Rock!”

Nunes lembrou os componentes de cada uma das bandas, iniciando com a Delorean, sendo sete, já acrescentado o técnico, que é o Márcio, mais conhecido como Galã. Luigi, é o fundador da banda, “que é o piloto da máquina do tempo que é o Delorean, cujo nome dela é uma alusão ao filme ‘De volta para o futuro’”, que com Jordana formam os dois vocalistas. O próprio Daniel; o Alison que é o baterista; o Marlon, que é o baixista; e o Gus, que é o guitarrista.

No Roupa Nova, os componentes são o Gus, que é guitarrista de ambos, sendo também da Delorean; Daniel, que faz o Paulinho; Renan, na bateria; o Will, no baixo; e Tiago Gulmine e Matheus Masioli, os tecladistas! O Davi Wagner, eventualmente está na banda.

A Lost Highway é composta por Daniel, como Bon Jovi; Marcelo Grobb, na bateria; Paulo Maccan, o guitarrista; no baixo, o Ramisses Mike; e no teclado, o Victor!. O nome da banda, inclusive, é um dos grandes sucessos de Bon Jovi.

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O bate-papo foi finalizado com uma ênfase, não só relacionado à Daniel, mas a todos os componentes das bandas, da importância da família, nesta retaguarda de trabalho, “um sendo companheiro do outro”. Por vezes, explicou ele, os horários não batem, e entre a chegada de uma viagem para shows, existem desencontros, mas esta compreensão é importante inclusive para que a casa continue andando!

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RELEMBRE:

BON JOVI COVER BRASIL:SHOW NO MARISTA EM PG DIA 20: Daniel Nunes, tecladista da Banda, falou ao Oberekando