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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS



VINUTTI: FAMÍLIA SIMPLES, TEMPOS DE CARREADOR
VINUTTI: FAMÍLIA SIMPLES, TEMPOS DE CARREADOR

Gilson, de Ortigueira, advogado e cientista político, abre o momento de entrevistas com os vice-prefeitos

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2021-04-19 às 09:00:49) O Oberekando inicia a partir de hoje, uma sessão de entrevistas com os vice-prefeitos das cidades em que cobre, ou seja, Ortigueira, Curiúva, Figueira, Imbaú, e Tibagi, nesta sequência até sexta-feira, e após, sem necessariamente respeitar essa ordem, Reserva e Telêmaco. A largada será com Gilson Proença de Meira, que por consciência, fora uma comerciante que o inspirou a adotar Gilson Vinutti, quando em tempos difíceis financeiramente, mas uma vida muito regrada de honestidade e bem-querência, foi necessário para aquela criança que foi comprar algo na venda, anotar um nome no caderno, para pagamento posterior.

O advogado e cientista político, do dia 24 de maio, é natural de Ortigueira: “Nasci em 1982, sou filho de Ortigueira. Meus pais, meus avós, são todos aqui. Desde muito pequeno, eu tenho uma vida muito comunitária. Comecei a me envolver, trabalhar com grupo de jovens, igreja, posteriormente, associação de moradores, e esse trato mais com o público. Meu pai é agricultor, depois começou também a trabalhar no Estado. Já é falecido, nos deixou já fazem mais de 20 anos”, o seu José Valdevino de Meira, mais conhecido como Zé Vinutti, de onde veio o nome do agora vice. O Vinutti veio em decorrência do nome do avô, que era Benevenutti.

 

DONA TEREZA DEU NOME QUE O TORNARIA CONHECIDO: O tornar-se público o nome Gilson Vinutti, na verdade, ele deve à comerciante Dona Tereza, porque uma vez, ainda criança, tempos difíceis, foi fazer uma compra e era marcado no caderno, e ela perguntou em nome de quem, e como não veio rapidamente a resposta, ela assinalou Gilson Vinutti, e daí em diante, como o pai, assim ele se tornaria mais conhecido.

Depois das caminhadas entre a comunidade, percebeu que todos os anseios que desejava aos demais, seriam possíveis pelo envolvimento político-partidário. Estudou nesse sentido, e fez sua primeira experiência em 2012, tendo breve passagem como secretário de Agricultura. Depois, passou na Copel, aonde trabalhou na região do Norte-Velho Norte-Pioneiro, mas sempre retornando à Ortigueira, e novamente em 2016, tenta a vereança novamente, mas quis o destino e a Providência, que não fosse ele vereador nas duas vezes anteriores, para ter um melhor cargo, agora. “Conheci essa pessoa fantástica, o prefeito Ary! As ideias bateram, e a gente fez essa parceria vitoriosa, graças à Deus, e agora, cheio de planos, cheio de ideias e a gente já começou a colocar em prática”.

 

É MUITO INTERESSANTE A VOCÊ, SER VICE-PREFEITO NESSA NOVA REALIDADE DE ORTIGUEIRA?

Uma cidade que antes tinha um dos menores IDH´s do Estado do Paraná; assim como diversos outros indicadores, e que após a instalação da praça de pedágio, e em seguida, a construção do Projeto Puma, e hoje, vê sendo instalada a atual estrutura do Puma 2! O que pra ele, significa, ser o atual vice-prefeito?

“Como eu já comentava com você, todo dia, ao me levantar, e ao me deitar, da mesma forma, agradeço à Deus pela oportunidade de estar na minha cidade”, lembrando dos amigos quando brincavam nos carreadores, e ele ao lado destes, e familiares, hoje com essa incumbência, “é um sonho! Uma grande oportunidade que eu tenho de me colocar à disposição... mais um servidor público, que se encontra na prefeitura todos os dias”. Disse à Ary, que iria bater cartão! Essa arrecadação hoje possível no município, fará com que todos os sonhos sejam transformados em metas, “com data para começar, e para entregar à comunidade”.

 

A MODERNIDADE, O NÃO MAIS OCULTISMO DAS AÇÕES DE POLÍITICOS, DEFRAUDADAS NAS REDES SOCIAIS

Perguntando como vê hoje, esta janela entre a ação do político e o rápido conhecimento dessas, através das redes sociais, respondeu: “Bem antigamente, a informação, nós tínhamos através do rádio, da televisão, e era o emissor e o receptor. E com o advento das redes sociais, sempre tem um feedback momentâneo... e como é que a gente vê isso na política? Isso é fantástico! Se você tem uma sensibilidade para ouvir as pessoas – porque o titular do poder são as pessoas, é o povo! Eles que nos creditam, e nos dão a oportunidade de estar aqui, prestando esse serviço à toda comunidade - Então, quando a comunicação chega a esse nível que se encontra hoje, de você bater um papo, direto com o cidadão, com o eleitor, com a pessoa que está na ponta, que efetivamente necessita do serviço público, isso é fantástico!”.

Claro que de tudo neste sentido falado, observou-se necessário cuidado com as fakenews.

 

NO DIA DO ÍNDIO, NOSSOS RESPEITOS!

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Esta matéria é publicada, não por acaso, no Dia do Índio, 19 de abril. A significância deste povo, para Ortigueira, pode ser refletida no fato, de que o primeiro vacinado contra o Covid-19 na cidade, fora justamente, um indígena: O cacique da aldeia Mococa, Valdevino Ribeiro, 41, da etnia indígena caingangue. 

Ortigueira tem também uma relevante população indígena, e essa, cuidada com atenção, e o recebimento de suas lideranças no Gabinete tem sido frequentes, bem como a demanda de políticas públicas, a eles dispensadas.

 

KLABIN E O MUNICÍPIO

“A empresa é de suma importância, por ser hoje, uma das principais fontes de recursos, e é parceira quando emprega nossos cidadãos, e principalmente na questão de contribuição, e no planejamento, a gente tem feito algumas conversas também. O prefeito Ary, sempre muito receptivo! Não só à Klabin, mas para todas as empresas que trabalham com subprodutos. Nós estamos focados, em a partir daí, desenvolver nosso polo industrial, projeto piloto do prefeito Ary, bem como o nosso hospital”. Citou ele, que como se tem um orçamento pomposo, uma arrecadação boa, é necessário planejar o local, para se alojar esses recursos, para que não se vire um ralo: “Então tem que ser uma administração bastante gerencial e contemporânea, com esses recursos que hoje nós temos, a graça de receber”.

 

RELAÇÃO COM O PREFEITO E COM A CÂMARA

“Nossa relação com o prefeito Ary é uma relação pai e filho”. Confidenciou que no dia anterior a esta entrevista, falou ao prefeito que quando conversa com ele, sente que não o está ajudando, e sim, fazendo um curso... e que está aprendendo, pois vê o seu ingresso na política como recente, se colocando a posição de aprendiz. “A relação com o Legislativo, é a melhor possível!”. Disse que o relacionamento é fácil, porque o objetivo de ambas as casas, Executivo e Legislativo, são comuns. A volta dos ortigueirenses à cidade natal é um objetivo, “e porque não se chegar aos 50 mil habitantes, dos 22 mil de hoje?”. Falou que recursos na Educação para mais um colégio, próximo à Vila Gomes, foram destravados por Ary: Cerca de 7 milhões! Mais outra escola, esta, de ensino infantil, para cerca de 400 alunos.

 

UMA PESSOA MUITO FAMÍLIA

“Eu sou muito familiar! Colado bastante em minha mãe, ainda! Eu, todo dia de manhã, levanto, faço meus agradecimentos, toda higiene pessoal, e vou pra casa da minha mãe, tomar meu cafezinho”. Deixado registrado um abraço à Dona Iolanda! “Tenho uma família muito unida, uma família tradicional, a gente presa muito por isso!”. Os irmãos são: Gislaine a primogênita, que está em Curitiba. Depois vem o entrevistado, depois o Gelson, e a caçula, a Josiane.

O maior valor à família sendo aos poucos mais resgatado, foi outro tópico. Ao encerrar a entrevista, ele se colocou à disposição de toda a população, e com gabinete aberto, citando as melhorias nas condições de vida, emprego e renda e serviços públicos, que são entregas que este governo pretende continuar fazendo aos ortigueirenses.

 

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