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Risco de vírus de sarampo no Paraná
Risco de vírus de sarampo no Paraná

Anúncio foi feito pela SESA

FONTE: PMTB

17/03/26 às 08:12:29) A Secretaria de Saúde do Estado do Paraná (SESA), emitiu um alerta sobre risco de reintrodução do vírus do Sarampo no Paraná.

O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade e pode acometer adultos e crianças, a transmissão acontece mesmo antes da apresentação dos sintomas, sendo essencial que todos os profissionais de saúde estejam atentos e considerem a possibilidade de sarampo em pacientes de todas as faixas etárias, independentemente do histórico vacinal que apresentem febre e exantema maculopapular, associados a tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.

Considerando a notificação do primeiro caso importado de sarampo em março de 2026, no estado de São Paulo, o alerta foi emitido para todos os serviços e profissionais de saúde pública e privada do Paraná sobre a ameaça iminente de reintrodução do vírus do sarampo, a qualquer momento e em qualquer local.

 

CONDUTAS IMEDIATAS DE PREVENÇÃO DO SARAMPO

1) Prevenção Geral:

  1. a) Vacinação com a Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola): a vacinação contra o sarampo continua sendo a melhor estratégia para a prevenção de casos graves e óbitos.

Crianças devem receber a primeira dose aos 12 meses com a vacina Tríplice Viral e a segunda dose aos 15 meses com vacina Tríplice Viral e Varicela.

Pessoas de 12 meses a 29 anos de idade devem receber ou completar o esquema de duas doses de Tríplice Viral, conforme situação encontrada, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

Pessoas de 30 a 59 anos de idade devem receber uma dose de Tríplice Viral, conforme situação vacinal encontrada.

Trabalhadores da saúde independentemente da idade devem receber 2 (duas) doses de Tríplice Viral.

Viajantes devem verificar sua situação vacinal pelo menos 30 dias antes da viagem para atualização da situação vacinal em tempo oportuno.

  1. b) Intensificar as medidas que evitam a transmissão dos vírus respiratórios:

Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum

alimento, tossir ou espirrar. No caso de não haver disponibilidade de água e sabonete, usar álcool gel a 70%;

Manter os ambientes ventilados;

Buscar atendimento médico em caso de sinais e sintomas compatíveis com a doença, tais com: febre, exantema maculopapular, tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite.

Mantenha seus esquemas vacinais em dia e procure atendimento médico em caso de sintomas!