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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


Nato espera que Câmara aprove crédito na Caixa
Nato espera que Câmara aprove crédito na Caixa

Alguns vereadores pediram mais tempo para analisar o PL que beneficia várias obras

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2019-06-17 às 18:38:58) A Câmara Municipal de Curiúva e o prefeito Natanael Nato Moura, tem em suas mãos, importante matéria a ser decidida. Partiu do Executivo o Projeto de Lei 10/2019, que pede autorização da Câmara para a Prefeitura possa contrair junto a Caixa Econômica Federal, um crédito de R$ 4 milhões.

O presidente, vereador Geferson Boschetti (Pitty), lembrou que sempre fora imparcial nas decisões, “sempre optando pelo bem-estar da comunidade, da mesma forma que o prefeito Nato sempre fala, que está aí para trabalhar pro povo. A gente está engajado no mesmo objetivo”, quando vai até a Casa de Leis e aprova aquilo que seja para o bem do município.

Ele disse que este projeto causou bastante comentários, discussões, e imagina, pelo montante: O investimento será na reforma da Praça Constante Borges, revitalização da Avenida Antônio Cunha (Avenida principal), pavimentações do Jardim Isaura e Cohapar, dos bairros Felisberto e do Taboão, e Distrito do Alecrim. “O prefeito Nato deixou para a Câmara de vereadores, pra gente decidir o que vai ser feito de melhorias em outros bairros, como vai ser feito o gasto desse dinheiro, com projetos, exemplificando a Vila Esperança, Vila Klabin, e Vila Rural”. Esta última, informou ele, as máquinas estão indo pra lá, para ajudar aquele povo.

O valor almejado, vê Pitti, ser o empecilho, da PL que foi apresentada na semana passada na Câmara e onde alguns vereadores pediram tempo para analisar, mas frisa ele, que o município tem capacidade de endividamento, o que o credencia a fazer essa operação, “mas tenho certeza que o bem do povo é o que vai prevalecer”.  Perguntou ele: “Quem não quer um calçamento na rua? Quem não quer uma estrada para visitar um parente, bem arrumadinha?”.

A reflexão de quantas ruas no momento estão sendo calçadas e quantas já foram, foi feita por ele. Falou do estoque de lajotas para calçamento existente no pátio da prefeitura, que antes, não se via.

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Pitti crê que os vereadores irão aprovar o pedido, e acrescenta que se o banco aceitou a transação, se aprovada pelo Legislativo, é porque sabe que o município vai pagar. Falou também que acredita em que os pares da Casa, entendem que se trata em um montante de obras, que é para o bem do povo. Citou que, no Caete Velho, já existe um projeto de um milhão de reais, para se ajeitarem as ruas da localidade, que há 30 anos não se é colocado uma pedra, uma lajota.  

Em tempo, em nome dos 9 vereadores, incluso ele, Geferson saudou a secretária geral da Câmara, Andreia Medeiros, que hoje, dia 17, está de aniversário.

Ao encerrar a sua fala, o presidente lembrou que nesta segunda-feira, entra em pauta o Projeto de Lei “Porteira Adentro”, que tem por objetivo fomentar as atividades agropecuárias no município. Ele imagina que nenhum vereador deve votar contra um projeto dessa natureza, por se tratar inclusive, de um pedido feito pela própria Casa.

 

O PL DEFENDIDO PELO EXECUTIVO

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O chefe de Gabinete, Reinaldo Vicentin, explicou quanto ao Projeto de Lei (PL), que o prefeito tem parceria na Câmara, naquilo que seja para o bem do município, mas que alguns dos edis, olham como se o investimento fosse fazer dívidas à municipalidade: “Dívida é uma coisa, e investimento é outra. A ideia do prefeito é investir no município. Investir em obras, investir em calçamentos, investir em infraestrutura”. Neste sentido, “é necessário ele fazer essa aquisição dos programas dos governos, seja estadual ou federal, a exemplo do Avançar Cidade, Sedu, ou Finisa, ou seja, fazer um comprometimento para que as obras possam sair no período daquele recurso que vem pra ser aplicado”.

Reinaldo disse que o prefeito discutiu com alguns vereadores o projeto, “e ele tem por objetivo, com obras, transformar o município, porque como o Nato disse, que ele veio para prefeito, para fazer a diferença”. Quanto a isso, enumerou ele diversas iniciativas, umas já entregues e outras em andamento e algumas que em breve serão entregues. “Essas são obras feitas com recursos próprios e o município não disponibiliza de recursos próprios para investir tanto, da maneira que o prefeito quer”, justificando assim a necessidade de se fazer investimento. O chefe de Gabinete vê que alguns vereadores não conseguem diferenciar o que é dívida e o que é investimento. Ele tranquilizou, tanto os vereadores, como a população, ao frisar de que o prefeito e a Administração não podem pensar em como se vai contrair a dívida, mas sim “que eles têm que pensar em como vão pagar a dívida”, e isso o prefeito está ciente, e fazendo.