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MÃES FALAM DE AUTISMO E LUTAM POR ASSOCIAÇÃO
MÃES FALAM DE AUTISMO E LUTAM POR ASSOCIAÇÃO

ONTEM MAIS DE 50 PESSOAS SE REUNIRAM NO INTUITO DE OFICIALIZAR A APTAA

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2019-02-14 às 20:39:52) Ontem, no Centro Comunitário do BNH, aconteceu uma reunião que luta pela fundação da Associação de Pais, Terapeutas e Amigos dos Autistas (APTAA), de Telêmaco Borba. Eis a surpresa: Mais de 50 pessoas presentes! Neste sentido, o site Oberekando ouviu hoje três mães, cujos filhos são autistas. Elas, além de contarem de sua luta, angústia atrás do correto diagnóstico, também epigrafaram como estão lidando com a questão, mas acima de tudo, a importância da união de famílias, da descoberta se é ou não autismo que seus filhos têm, e em força, todos se empenhem pela luta atrás dos direitos de seus filhos, seja em esferas do sistema educacional, ou de saúde, e essencialmente, de inclusão no sentido mais amplo da palavra.

 

AS MÃES E A DESCOBERTA

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BRUNA MAYARA GALVÃO (29), mãe de três filhos, sendo autista o caçula, João Guilherme, de 3 anos e 11 meses. Fazem praticamente dois anos que se teve o primeiro laudo, e em maio do ano passado foi fechado o diagnóstico acerca disto.

AMANDA CAMARGO DELFINO (30), tem seu filho Gustavo, de 5 anos. Sua diagnosticação se deu com 1 ano e 10 meses. Ela informou que ele fala pouco, e que transcende de amor com seus abraços e beijos a ela.

CAROLINA ALEIXO (27) é mãe de Cailan, de 7 anos. Ele foi diagnosticado com a síndrome de Asperger. A jornada para se chegar a essa conclusão foi bem difícil, pois iniciou-se com um ano. Só no dia 19 de novembro passado que se teve o resultado do que se tratava.

 

O PAPEL DA ESCOLA E A ESCOLA DELES

João Guilherme frequenta escola regular. Ele, aos cinco meses de vida, foi vítima de hemorragia cerebelar. Foi feita avaliação na Apae, e hoje ele frequenta escola regular e tem acompanhamento com fonoaudióloga e TO (Terapia Ocupacional).

Gustavo estudou em escola regular, particular, por dois anos, mas a instituição não cedeu professor de apoio. Ele fez o pedido de inclusão na escola pública. No entanto, e por fim, acaba de ser admitido na Apae.

No caso de Cailan, explicou Carolina, o fundamental papel da escola e sua gratidão pela professora da Escola Costa e Silva, que a alertou dele ser possível autista. Tendo ele já melhorado 90%, ela vê que se tivesse sabido do diagnóstico antes, ele já estaria bem melhor. Hoje o problema dele é com o sono. Ele faz TO e psicólogo.

 

CONTATOS E REDE DE APOIO

Hoje a APTAA tem sua página no Facebook (https://www.facebook.com/APTAA2019/ ), e também grupo no whats App. É unânime o convite das três mães para que outras mães, ou familiares que queiram se ajuntar, ou cooperar por essa causa, para maiores esclarecimentos e para a formação oficial da Associação, que o façam. Bruna foi informada pela sua fono, que a cada 42 nascimentos, um é de criança autista. Ela pensa que a Secretaria de Educação poderá também, em prazo, se programar nesse atendimento específico ao autismo. Amanda conclamou àquelas mães que percebam que seu filho demonstra alguma diferença, e as mães que já tiveram diagnóstico, para bate-papo e se dar os caminhos a serem procurados. Carolina fez um convite às pessoas que não tem casos na família e que queiram conhecer e estar envolvidos, que se juntem, pois lembrou ela, que muitos a procuraram querendo apoiar o APTAA e aos portadores.

Entrou em contato com o site, abordando a possibilidade desta pauta, João, que tem um primo com autismo. Ato de amor dele, ao procurar, para sua tia, cooperação, com a fundação da Aptaa aos seus dias.