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MULHERES: HARIS DI MÁRIO EKERMANN, EM ISRAEL
MULHERES: HARIS DI MÁRIO EKERMANN, EM ISRAEL

Tborbense deixa uma mensagem edificante e comenta sua vida na Terra Prometida

2024-03-08 às 08:00:21) Para o Dia Internacional das Mulheres, hoje, 08 de Março, uma conversa com grande simbolismo. Além de ser de telemaco-borbense, Haris Di Mario Ekermann (29), reside em Tel Aviv, em Israel, e a entrevista ganha maior evidência pelo momento mundialmente conhecido, devido ao conflito, após o ataque terrorista sofrido por este país, no fatídico 07 de outubro.

No entanto, com a gestora internacional e especialista em Desenvolvimento Infantil, um diálogo aonde se evitará inflamar e citar política partidária! A força da mulher... Essa sim! Para brindar esta pauta, dados oficiais trazem o Judaísmo, como religião de 74,3% da população, contemplando o matriarcado. Ela é filha do casal Marcelo Ekermann e Graciane, ele médico e ela, advogada.

“Acho que todo mundo em Telêmaco me conhece, realmente. (...) Saí da casa dos meus pais fazem 12 anos, e há oito eu estou fora do Brasil, então é uma coisa um pouquinho complicada. Fica aquela coisa de distância! Claro, óbvio, sinto falta de minha família, sinto falta dos meus amigos, mas é uma vida diferente. Atualmente, como você mesmo disse, estou morando em Tel Aviv, em Israel. Moro aqui fazem quatro anos. Atualmente trabalho em uma escola, trabalho com desenvolvimento infanto-juvenil, mais infantil, de crianças, de um ano a dois anos. Já que o assunto é o Dia Internacional das Mulheres, eu trabalho somente com mulheres, e posso te dizer com muito amor e muita força, que nós somos realmente muito fortes quanto a isso, porque eu me sinto, brinco com minha chefe as vezes, que me sinto mãe das crianças, e realmente um trabalho de mãe não é fácil, entre outras coisas, também”.

A sensibilidade de sentir o mundo e o vê-lo em prismas edificantes, das mulheres, desde o nascimento, na verdade; o prazer de por exemplo, cultivar valores como brincar de boneca ou como elas quiserem, no caso de crianças, ou na idade em que já possa, preparar a alimentação na casa ou em alguma oportunidade especial, e sendo feita com prazer disto! Jamais como um ato de submissão: Foram comentados, ao ser exposto pelo Oberekando.

 

O ATAQUE A ISRAEL

Ontem, cinco meses deste fatídico dia. Na noite anterior, (Dia 06 de outubro de 2023) a entrevistada havia, com as amigas, ido à sinagoga, porque se tratava de um feriado no calendário judaico, e festividades e entrega da Tora (Bíblia Hebraica). Ela foi acordada em 7 de outubro, e naquele momento, ainda estava sem o aplicativo no celular, que alertava a ataques. No apartamento que ela morava não havia o bunker, e ela e as amigas de casa (home-matters) se protegeriam debaixo das escadas, caso fosse necessário. Como passaram o dia todo em casa, resolveram que precisavam comprar algo para comer. Cinco minutos depois de voltarem, eis que, no Sul de Tel Aviv, os estilhaços de míssil que fora interceptado, havia atingido o mercado aonde estiveram, com quebras de vidraças devido ao estrondo, isso, a cem metros de onde moravam. Ela vive na capital, com o irmão dela, Pedro Henrique. O gêmeo dele, voltou para e mora em Ponta Grossa, Luiz Bernardo. Já, o mais novo, terminou o Ensino Médio em Israel, e agora está na Argentina.

 

O SERVIÇO MILITAR... A FORÇA MILITAR

Quanto ao que é nítido em postagens de soldados, mas especialmente, mulheres nas forças de segurança em Israel, chama a atenção, pela beleza no caso delas, mas acima de tudo, o amor de entregar seus serviços, em prol da Pátria. Explicou ela, que no último ano do Ensino Médio (no equivalente aqui no Brasil) os cidadãos são convocados, e inclusive, tendo justificativa plausível, são liberados. Ela, ao ver as mulheres, militares, disse, entusiasmada... “Eu quero! ”, mostrando desejo também de ser uma delas.

 

AMOR À ISRAEL

Foi pedido pelo Site, que ela abrisse o coração, e dissesse quais seriam suas palavras, em uma declaração de amor à Israel: “É um amor sem fim... É um amor além da vida! Digo isso como israelense, já, e como judia”. Confessou ela na entrevista que ao fugir do frio no Brasil, e optar em férias da universidade na Rússia aonde antes morava, foi para Israel, e ficou primeiro em Jerusalém! A fuga, disse com bom humor, foi em detrimento das praias do Oriente Médio... e ao ligar para a sua mãe, e expressar que lá queria ficar, mais que depressa Graciane respondeu: ‘Eu já sabia! Eu sabia que no momento que você pisasse em Israel, você iria querer ficar! ’”.

E O BRASIL... claro que você tem amor ao seu País também, não é? Na pergunta feita a ela, eis a resposta: “Claro! Sinto falta! Sinto falta principalmente da minha mãe, do meu pai, da minha família ai, mas é diferente! ”.

Ela considera a vida em Israel, cara, e que os brasileiros, o que acontecesse quase em todo mundo, são estimados no País. O que eles mais têm curiosidade e falam, é quanto ao futebol, e especialmente, dos atletas do passado, os ícones! Se praticante de esporte, disse que na academia, é viciada em Power Jump!

Por ter morado em Dublin e ver que infelizmente o pior para o Brasileiro fora do Brasil, por vezes é o próprio brasileiro, em termos de relacionamento e amizade! Isto apontou a ela, este que aqui escreve. Felizmente, é diferente a percepção de Haris, em relação aos brazucas (povo do Brasil) em Israel, que se dão bem e se unem! Os israelenses amam e gostam de saber da cultura da América do Sul, e quando, - é costume -, aqueles que terminam o período do exército, vem passear, a primeira parada é no Brasil. Informou ela, que inclusive na Bahia, em duas cidades, Morro de São Paulo e o Balneário de Tareco, até estabelecimentos com placas em Hebraico existem, pelo número elevado, ou de judeus, ou de turistas desta terra, que lá visitam.

 

VALORIZAÇÃO DAS MULHERES

Ao se falar nesta questão, vê ela como essencial, informar que no judaísmo, é celebrado o matriarquismo, que “não tem nada de machismo, não é machista”. A mulher está em primeiro lugar. “A herança judaica é passada de mãe para filho”.

Uma mensagem dela, que se vê herdeira da avó materna por gostar de se dirigir ao público, mas, apenas no momento, para se expressar, e não em termos de entrar na vida público-partidária: “Para as mulheres, nos parabenizar, primeiramente! Não deixar de ser quem nós somos! Também, de sermos estas pessoas fortes, essas mulheres fortes! Lembrar, igual eu te falei... nós somos as matriarcas! Nós também damos a luz! Isso já é uma força imensa... Lembrar isso! Nós podemos gerar uma vida... nós podemos ser uma luz no mundo! Não é à toa, nós estamos aqui! Não deixar... não deixar de acreditar, ser persistentes, nós já somos! Sermos mulheres trabalhadoras, esforçadas, guerreiras, pelo lado bom, defendendo nossos direitos, em tudo! ”.

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E VOCÊ ESTÁ MAIS QUE CONVIDADO, NO TEATRO MAESTRO SIRINHO, DIA 06 DE ABRIL!