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CULTURA EM PAUTA, COM DR. ANDRÉ CORAIOLA
CULTURA EM PAUTA, COM DR. ANDRÉ CORAIOLA

Sua gestão como secretário, a Casa da Cultura, a Concha Acústica, os aniversários e o aniversário de TB, foram abordados

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2022-03-02 às 20:17:44) Numa conversa bastante abrangente, o tema cultura, como um todo, foi conversado com o ex-secretário municipal de Cultura, no caso, de Cultura, Esporte e Recreação, no governo Eros Danilo, que também depois foi secretário municipal de Governo – no Gabinete, Dr. André Miguel Sídor Coraiola, que é presidente do Instituto Dr. Feitosa e tem a mesma função, no Conselho Municipal de Saúde.

O bate-papo iniciou-se com a atual situação na Europa, porque por circunstâncias de seus pais, Ricardo (In Memorian) e Dona Mariazinha Coraiola serem bolsistas na Alemanha, ele lá nasceu, mesmo que fora registrado em Hamburgo, com certidão transcrita em Castro (PR). Suas origens estão entre Ucrânia e Polônia, sendo que sua tataravó era de Kiev (Capital da Ucrânia). Os bisavôs eram ucranianos: “Eu e minha mãe temos conversado muito sobre isso, e por certo estamos muito comovidos pela situação, que é uma desinteligência completa. Um país pacífico, que nós amamos! Acho que não tem no Paraná uma família que não tenha um pé na Ucrânia... um pé na Polónia”.

 

NA SUA TITULARIDADE, DA SMCER

Ele lembra que em seu tempo, tinha Dona Mariazinha, como uma das chefes de divisão, e também, com atuação no Esporte, Neri Mangoni, e que o time que Dr. Eros lhe deu a liberdade de formar, era de primeira linha. Uma das maiores conquistas quando fora secretário, se deu com a Banda Marcial Municipal, que fora campeã brasileira, em Barra Mansa (RJ).  Antes disso, ou para isso, a banda fora outra importante marca, pois foi lhe autorizado um investimento de cerca de 1 milhão de reais, na época, para implementação, para instrumentos, uniformes, transporte, alimentação e remuneração de músicos e maestro. No período em que lá estava, pode ver o brilho do trabalho do professor Renán Castellón, professora Maria Amaral e da já, professora Camila, filha do então casal.

 

CONCHA ACÚSTICA

Construída nos anos 80 pela gestão de Carlos Hugo, “e ela se prestava aos eventos públicos do tempo que você precisava de uma estrutura acústica (...) mas o tempo passou, e a gente precisa aceitar os fatos, e aquilo se tornou um problema para a cidade. Ali acabou se tornando um ponto de encontro, digamos, para todos os problemas da sociedade, como prostituição, uso de drogas, e o desleixo”, continuou ele, explicando que culminou isso, à demolição, “que eu, honestamente, não condeno! Acho que uma atitude que merecia atenção, porque, não estava se prestando à rigorosamente nada. Era um local que ficava numa baixada, próximo ao Centro do Idoso, colocando em risco os próprios idosos. Salientou que ao seu tempo, cada obra teve sua importância de uso, e que vê com bons olhos a transformação daquele espaço, na arena multiuso, já anunciada, frisando, que cada gestor, ou secretário, será o mais importante ao seu tempo, comparando hoje, o desafio de Dr. Márcio, frente à pandemia, então, destacando-se na Saúde, “por pegar de pruma, a pandemia do século”.

 

FESTAS DA CIDADE... E FESTA DA CIDADE!

Na época, ainda no pavilhão aonde hoje se localiza o IFPR, a primeira festa da cidade, nos formatos que hoje são. Um orçamento de 25 mil reais, aonde 3 mil, foram para Michel Teló, (para o grupo, claro) quando ainda fazia parte do “Tradição”. De São Paulo, também chamou, na febre do Hip-Hop, o grupo Conexão do Morro, que veio com um carro próprio, um Pálio, todo velho, caindo as portas, desde a capital paulistana: “E saíram agradecidos, porque parece que foi um dos maiores shows que eles fizeram, porque estavam em início, mas a gurizada também era adiantada, e gostava desse povo de início de carreira”.

E A FESTA, NESTE ANO?: “Pra mim, é melindroso! Ao tempo que eu desejo que as pessoas se divirtam, se confraternizem, que a normalidade se instale... não digo a normalidade, - mas o novo normal, mas que se instale de uma maneira, menos dramática -, a gente nota que temos uma certa relutância, porque talvez a festa acabe por desprestigiar, todo esforço de dois anos, nosso aqui do hospital, e do Conselho, mas... vamos torcer que dê tudo certo! Acho que nós temos que ter alguns indicadores, e nós temos bons indicadores hoje, e a quantidade de óbitos é bem pequena (mas lamentamos cada óbito), perto do que já foi, mas ainda morrem um, dois, três, por semana”. Lembrou da necessidade de vacinação das crianças, e caso haja a festa, que evitem elas, bem como os idosos, se exporem. “Não quero prejudicar a Administração em nada, não quero privar a população em se divertir, mas a pandemia está ai da mesma maneira, e a gente não pode garantir a segurança das pessoas!”.