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CHICO MOREIRA: ENGENHEIROS FLORESTAIS ASSOCIADOS
CHICO MOREIRA: ENGENHEIROS FLORESTAIS ASSOCIADOS

Engenheiro comenta cenário do setor e expectativas

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2018-11-30 às 08:35:16) Um diálogo com o engenheiro florestal Manoel Francisco Moreira, nesta quinta-feira, sócio de Gilson Almeida, na empresa Engenheiros Florestais Associados, deixou em evidência temas de suma importância dentro do ramo da madeira, produto que é hoje e vem de muito sendo, preponderante para o desenvolvimento de nossa região.

Em seu ponto de vista, trata-se de uma área que depende também do desenho econômico-político do país, e que está começando a se desenhar, citando reaquecimento de mercado. Embora a empresa não trate de venda de madeira, sim, depende muito do mercado desta, pois se faz um trabalho correlato: “Nessa época, em anos anteriores, as indústrias madeireiras, como serrarias e laminadoras, estariam desacelerando, em função da proximidade do fim de ano, porque a indústria da construção civil, principalmente, que é uma grande consumidora de madeira, no Brasil, essa época ela desacelera”. A manutenção do ritmo, e até trabalho em dois turnos em algumas, está acontecendo, segundo Chico Moreira.

 

MERCADO INTERNACIONAL: O que tem aquecido a indústria nacional de madeira mecanicamente processada é justamente o mercado internacional: “A despeito do custo Brasil, as empresas estão conseguindo exportar a madeira!”.

A casa “Brasil”, na análise, provocada e perguntada à Moreira, está muito bagunçada e não se adianta alimentar esperanças em medidas, antes de seis meses a um ano, porque tem-se que colocar a casa em ordem. Em relação ao que se ventila quanto ao novo governo, o simples fato de tê-lo querendo arrumar as coisas, já é um ótimo sinal.

O custo-Brasil para o mercado externo é muito elevado, e quando se fala nisso, ao olhar de Moreira, não se trata apenas em impostos ou taxas: “Impostos e taxas são escândalos, mas tem mais que isso!”. Citando o quesito infraestrutura (deficitária no Brasil), disse que junto com a Associação Gaúcha de Empresas Florestais, convidado que foi, fez uma visita técnica ao Chile, no final do ano passado. “Você vê uma coisa lá que te deixa babando e morrendo de tristeza. 80% dos produtos que entram no porto, entram de trem”. Os trens, que chegam à Paranaguá, nas nossas poucas linhas, eles se arrastam, em termos de velocidade!”.

O engenheiro disse, no entanto, que só acredita na expansão da rede ferroviária do País, uma essencialidade no quesito exportação, se for criada uma agência reguladora séria, e tendo essa expansão, entregue à rede privada, “que vai construir a via permanente, vai comprar as locomotivas e vagões e vai explorar isso daí”.

 

VOCAÇÃO E INVESTIMENTOS: A vocação da região é florestal e madeireira, mas tem-se sim, que se melhor trabalhar isso, e se inovar, disse ele. Não adianta, na visão de Moreira, inventar, e querer, por exemplo, numa bacia leiteira, desenvolver uma área florestal, um mundo florestal, aí: “Nós temos florestas, nós temos que ser florestais. Nós temos que desenvolver a nossa indústria florestal e trabalhar encima disso, para que ela esteja cada vez maior, cada vez mais sólida, produzindo mais coisas com valor agregado. Que nós deixemos de produzir madeiras sólidas para servir como caixaria para construção civil: Ele citou o grande mercado que isso tem, como caixaria de concreto para construções, e isso é importante, mas que madeiras nobres possam sim, ter além dessa utilidade: “Temos que, na nossa região, desenvolver a indústria que produza coisas com valor agregado”.

Se a indústria desenvolve, o pequeno produtor também desenvolve, e esse vai começar a fazer o manejo das áreas, e ai pode se ter melhor pagamento na madeira, pagar melhor a tora, “e cria-se um todo um círculo, virtuoso, ao invés de vicioso”.

 

ENGENHEIROS FLORESTAIS ASSOCIADOS

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A empresa pode dar assistência técnica, e fazer estudos de mercado.  O engenheiro vê que ainda é um tabu as pessoas perceberem que se eles têm um retrato fiel do que eles possuem na mão, é mais fácil comercializar-se isso. Os Engenheiros Florestais Associados podem fazer inventários, marcação das árvores para desbaste, avaliação de florestas, mapeamento, encaminhamento para obtenção do Car que é um documento pedido pelo Incra, e regularização fundiária.

No dia 1ª de dezembro, amanhã no entanto, a comemoração de 48 anos de formação como engenheiro, de Manoel Francisco Moreira, e um currículo invejável, que tem várias empresas no Brasil, nacionais e multinacionais, e 21 anos na Klabin.

Contatos com Engenheiros Florestais Associados: (42) 9 – 9136 – 3588.