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JOSSANA: SER PROFESSORA ERA SONHO, HOJE REAL
JOSSANA: SER PROFESSORA ERA SONHO, HOJE REAL

A dedicação dela também a levou à Linguagem Brasileira de Sinais (Libras)

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2018-01-10 às 20:20:29) O amor e dedicação da professora Jossana Matsen Freitas é trazido numa entrevista especial feita nessa manhã de garoa, no Parque da Cidade. Atuando na Educação Infantil, tem sobretudo, se aperfeiçoado na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e essa temática também, preponderou o bate-papo.

 

AMOR PELO MAGISTÉRIO

“Desde a infância eu já tinha essa intenção. (Brincar de ser professora) Era a minha brincadeira favorita. Você se sente realizado quando faz o que você gosta! Para mim é um privilégio eu estar dentro de uma sala de aula e com crianças, que é o amor mais sincero, mais verdadeiro que se pode sentir”. Ela confessa que já recebeu várias propostas de outros campos de trabalho, mas que fica difícil qualquer troca, após ter a identificação com determinada área. E assim se deu esse amor à primeira vista, dela, com o Magistério.

Após concluir no Colégio Jardim Alegre o Ensino Médio, ela fez Formação de Docente no Colégio Wolf Klabin. Após o Magistério, trabalhou por cinco anos no Pequeno Cientista, e ai passando no concurso e trabalhando no município, hoje está na Escola Juventina Betim da Silva, no Bairro São João, em Telêmaco Borba.

 

INCLUSÃO

“A inclusão no papel é muito bonita, mas na prática está aquém, pela (necessidade de apoio na) formação de profissionais”. A professora lembrou a lei que ampara o surdo, que tem direito à interprete dentro da sala de aula. Na Fateb, ter tido a oportunidade de trabalhar com uma aluna, foi a ela muito válida. Jossana é defensora da linguagem de sinais como uma disciplina a ser trabalhada logo nas séries iniciais, inclusa na grade curricular.

Nos casos de crianças que são ingressos em salas com grade curricular normal, ou mesmo em seus grupos sociais, no clube, na família, tendo por exemplo, surdez ou sendo mudos, quando esses são inseridos onde há crianças, eles transformam o ambiente e impulsionam todos à linguagem de Libras: “A criança, quanto menor você apresenta algo pra elas, mais facilidades elas têm para aprender, e isso vai se desenvolver melhor com o tempo. Um outro fator epigrafado, de suma importância, senão o mais importante: “A criança em si não tem aquela discriminação, aquele preconceito. Então quando você mostra pra elas, desde pequena, a questão da Libras, elas demonstram um interesse muito grande”.

 

LINGUAGEM DE SINAIS... PERIGO COM OS LEITORES, “LABIAIS”

Nas grandes competições, como Copa do Mundo, profissionais sendo contratados para fazer leitura labial para comentaristas de TV, o cuidado dos políticos para atualmente, sempre que falam, colocar as mãos escondendo os lábios: Pedido pelo Oberekando a opinião dela nesse comportamento, observa uma certa falta de consciência da inclusão da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e de que há uma barreira muito grande a ser vencida. Nesse sentido, por exemplo, citou a própria televisão, que ainda pouquíssimas são as programações que têm interprete. Na família também, há barreiras em se aprender, no entanto, ela reconhece que tal linguagem tem suas dificuldades, neste caso.

AVANÇOU: Ela elogiou os avanços em relação ao passado, onde muitos fatos eram conhecidos em que o aluno era simplesmente trazido para a primeira carteira na sala de aula, como se isso fosse um favor ao próprio, sem que na verdade soubesse que ele tinha uma deficiência, seja visual, auditiva, ou apresentasse, por exemplo, certo grau de autismo. Jossana exaltou, por exemplo na Rede Municipal de Telêmaco Borba, muitas formações que são proporcionadas nesta área. Ela lembra de anos remotos, em que muitas vezes quando o aluno não conseguia aprender e a culpa ou até mesmo “o desinteresse” era deste aluno. “Lógico que existem casos e casos, mas em geral era levado para a família, era chamada a atenção, castigo, era palmatória, e agora nós temos uma facilidade muito maior de estar diagnosticando (no sentido de encaminhar a um especialista), dentro da sala de aula, quando o aluno tem dificuldade”.

MENSAGEM AOS PAIS E PROFISSIONAIS: Pedido uma mensagem aos pais, e demais familiares quanto aos alunos que venham a ter deficiência, a primeira lembrança dela é que ninguém está descartado de ter entre seus, algum membro com deficiência, e além da compreensão e o carinho, o afeto com esses é a melhor forma de se obter um melhor aprendizado. O fato de estar na escola Juventina e todo apoio quem tem, foi exaltado pela professora: “Uma escola do coração, onde temos uma bonita participação inclusive dos pais”, sem esquecer a direção, equipe pedagógica, professores e demais colegas de trabalho, e seus pupilos, que são os alunos, claro.

 

GRATIDÃO: OS PROFESSORES FORAM ESPELHO ‘DA PROFESSORA’

Ao relembrar sua primeira professora, Márcia, do Pré, na Escola Municipal D. Bosco, também informou que o primeiro livro que ela a deu para ler, é o mesmo que todos os anos os seus atuais alunos, também o fazem: “Aquela época era escasso o livro e não havia essa quantidade possível hoje onde as crianças podem escolher”. Tratava-se de “A menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado. Outros professores ao longo da vida marcaram a vida de Jossana. Diversos foram citados na entrevista na íntegra, abaixo.

 

PÁGINA NO FACEBOOK

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O amor de Jossana pelo Magistério fica evidente também na página que ela mantém no Facebook. CLIQUE AQUI, Entre, confira e curta!

 

TRAJETÓRIA CURRICULAR DE JOSSANA MATSEN FREITAS

  • Magistério - 2010
  • Pedagogia - 2014
  • Pós Libras, Interpretação e Tradução da Língua Brasileira de Sinais - 2015
  • Pós MBA Gestão e Capital Humano, 2015 (Em fase de entrega do artigo final)
  • Neuropsicopedagogia, (Com uma disciplina apenas para a finalização).
  • Letras / Libras: Graduação em curso.