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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

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DIA 7 DE ABRIL MARCA HISTÓRIA NO VASCO DA GAMA

Marcolan Batista, da Capitania do Vasco de Brusque (SC), faz relato da Resposta Histórica

2021-04-09 às 18:10:40) Uma entrevista que traz um fato histórico da mais alta relevância dentro do futebol nacional, a conversa foi com Marcolan Batista, que é diretor da Capitania do Vasco, em Brusque.

Desde já, agradecimentos ao juiz de Direito, Dr. Rodrigo de Lima Mosimann, hoje na Comarca de Santo Antônio do Sudoeste, divisa com a Argentina. Ele atuou, também brilhantemente em Telêmaco Borba, e sempre que possível, se fez presente junto à comunidade. Confessou, certa vez, ser vascaíno, e de carteirinha, literalmente, sendo um sócio torcedor.

“É uma satisfação enorme poder falar deste time único, desta história única no futebol mundial, que é a história do nosso Club de Regatas Vasco da Gama”, disse Marcolan, que nasceu em 20 de outubro de 1981.

 

RESPOSTA HISTÓRICA: UMA SEGUNDA LEI ÁUREA PARA OS VASCAÍNOS!

Esta fala se deu, em referência ao dia 07 de abril de 1924, em que o Vasco expediu uma Carta Resposta, chamada de Resposta Histórica, aonde não aceitava que fossem excluídos do seu plantel, 12 jogadores; que era pretensão, atuassem no Carioca, e pelos fatos, ou de serem negros, ou operários, no caso, pessoas humildades. O resultado de sua não participação foi tida, como uma segunda Leia Áurea e para os torcedores do time de São Januário, é mais valioso este ato, que um título maior de campeonato.

Após ver que numa liga diferente desta, o Vasco participou e com outros times, e que atraiam excelentes públicos, “eles decidiram voltar atrás, e traziam agora, os negros e operários no futebol”.

Na ocasião, foi citada a cidade de Brusque, que lembrou Marcolan, é composta de descendentes de italianos e alemães, “e o futebol catarinense, das décadas de 70, 80, não era tão forte. Desta forma, pela falta da televisão, e ter muitos portugueses também no estado de Santa Catarina, descendentes de açorianos (da Ilha do Açores, que pertence à Portugal) do litoral, o pessoal ouvia muito rádio... Rádio Globo, e Tupi, que transmitiam os jogos do Campeonato Carioca”, e, seguiu ele, “que em 2014, teve uma pesquisa da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que mostrou que a torcida do Vasco era a maior, de Santa Catarina”. O entrevistado lembra que deve este legado de torcedor, ao seu pai – Sr. Luiz Batista, já falecido, “e ele me passou isso como uma herança, não tem como ser diferente, não é?”.

E você ainda tem alguma dúvida de que essa paixão pelo Vasco, é algo de família? 

 

CIDADE DA PRIMEIRA CAPITANIA DO VASCO E DA HAVAN

Uma citação, trazida pelo Oberekando, foi quanto a Havan, que tem sua marca nesta relação: “E a Havan é um motivo de orgulho para gente, por ser uma empresa tão grande, por ser uma empresa de Brusque, e para quem não sabe, a Havan ajuda muitas instituições de caridade, e é algo que está muito ligado com o nosso grupo aqui! A gente tem a primeira Capitania do Vasco, do mundo, e a gente conseguiu! É uma capitania muito bela. Ela se formou de um grupo de poucos amigos, mas que hoje são muitos, mas que queriam fazer o bem. Queriam levar o nome do Vasco à comunidade, fazendo o bem!”. Exemplo disso, foi o Natal Solidário, beneficiando mais de 500 crianças, também a campanha do agasalho, campanha de alimento, doação para Polícia Militar, equipamentos, “enfim, a gente sempre está fazendo algo a mais”, citando outro bonito caso de ajuda a uma menina. Neste espírito de solidariedade e junção por um mesmo ideal, Marcolan relembra que quem construiu o estádio do Vasco, foi a própria torcida, e que numa vaquinha virtual, mais recente, também construiu o CT do time.  Outras situações mostram a união dos vascaínos, que no primeiro dia da venda, lançamento, da camisa da Capa, vendeu 90 mil unidades, sendo a maior venda diária, para um time brasileiro, conforme ele. Entre os cinco maiores do mundo, está também o clube quanto aos torcedores, com mais de 180 mil sócios. “Então a torcida do Vasco tem esse engajamento, de se unir, fazer pelo clube, e pelas pessoas né!”.

 

A FORÇA DA CAPITANIA SÃO OS SÓCIOS!

Ao ser chamando por este site, de responsável pela Capitania, fez questão de ressaltar: “Na verdade, a gente aqui na Capitania somos em 40 sócios, e eu distribuo essa responsabilidade entre nós. Por jogo, a gente bota muita gente na Capitania – agora não, por causa da pandemia -, mas que a gente tem um grupo muito grande, com mais de 200 pessoas, mas esses 40 sócios são que dividem comigo essa responsabilidade... que lutam no dia-a-dia para que a Capitania sobreviva, para que a Capitania se pague, para a Capitania ter algo a mais. A gente sempre faz uma gastronomia diferente, muito boa e de qualidade para o vascaíno que vem ver o jogo, poder comer algo diferente, uma coisa boa, e com um preço barato.

A Capitania foi inaugurada ano passado, em outubro, e contou com a presença do presidente cruzmaltino à época, Alexandre Campello, e do ídolo Carlos Germano, goleiro de 1990 a 1999, que foi campeão da Libertadores de 1998 e do Brasileirão de 1997.

O ponto comercial, é alugado, “é um custo alto, bem localizado em Brusque, mas porquê? Pra realmente estreitar o laço entre os vascaínos, de todo Brasil, eu diria”, citando que recebe pessoas de todos os cantos do país, a exemplo do Piauí, Rio, Brasília, e Minas Gerais. De todo Nordeste que vem pra cá!”, que resulta, segundo ele, no estreitamento de laços entre os vascaínos e o Clube também. São mais de 20 torcidas vascaínas catarinenses, e mais duas, em processo de formalizar capitanias, que são a Vasco Vale e Vasco Blumenau. Outras estão por vir, como a Vasco Ville, a Vasco Itajaí e Navegantes.

 

AMIZADE COM DR. RODRIGO, QUE CONHECEU NA INAUGURAÇÃO

“Eu me considero um grande vascaíno, mas o Rodrigo não deixa por menos. Ele veio na época, do Paraná, justamente para a inauguração da Capitania. Uma grande pessoa, um grande exemplo, um cara sensacional, que hoje é um grande amigo que eu tenho, e levo no meu coração!”. Prova desse afeto ao Vasco por parte de Rodrigo, foi a foto que enviou ao Oberekando, com a seguinte legenda: “Com o paredão, Carlos Germano”, em relação a admiração pelo grande goleiro.

Os amigos de Magistratura, Mosimann e Dr. Glaucio Francisco Moura Cruvinel, que atua como juiz da Comarca de São Miguel do Iguaçu, têm algo também em comum, além do ofício: ambos são sócios-torcedores do time de São Januário. Na foto abaixo, Gláucio em visita ao Vasco, na Sala de Troféus, com destaque ao da Libertadores de 1998. Sua esposa Lígia, o acompanhou!

Claro que nomes como Roberto Dinamite, Romário, Edmundo, Pedrinho, Mário Galvão, dentre outros, foram lembrados no agradável diálogo. A entrevista teve uma mensagem de encerramento por parte de Marcolan, chamando a todos que unam a força das torcidas, não tão somente a tomar cerveja, mas usar desta, em favor da comunidade.

O hino oficial do Clube foi cantado pelo catarinense, que por coincidência, faz aniversário no mesmo dia que este jornalista que aqui escreve! Fácil entender, o ‘fácil’ diálogo!

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