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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

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Live da Subseção OAB TB abordou a pandemia
Live da Subseção OAB TB abordou a pandemia

Ontem, André Coraiola, Anderson Catto e Cleverton Soares foram unânimes em agradecer aos profissionais da Saúde e pedir à população que faça a sua parte, de imediatamente, se cuidar

2021-05-28 às 09:13:51) Na noite de ontem, 27 de maio, aconteceu uma live proporcionada pela Comissão do Direito à Saúde, da Subseção da Ordem dos Advogados de Telêmaco Borba, que teve como mediador o integrante desta, na condição de presidente, Dr. Rogério Costa da Silva, com o tema Direito e Acesso a saúde para usuários da capital do papel e região.

Com mais de duas horas de explanações, discussões temáticas e uma forma simples e objetiva de trazer a luz, a caótica situação que se encontra Telêmaco no cenário pandêmico, o momento foi também unânime com todos os agradecimentos ao trabalho que ultrapassa o “heroico”, dos profissionais da Saúde, que desde março do ano passado, estão na linha de frente.

Por parte da OAB local, a presidente, Dra. Andréia Toledo Nunes Pereira Rocha e também o seu vice-presidente, Dr. Leandro de Castro. Já, os palestrantes, ou expositores: Dr. André Coraiola, que é presidente do IDF (Instituto Dr. Feitosa) e também do Conselho Municipal de Saúde. Anderson Catto, secretário municipal de Saúde de Telêmaco, e Cleverton Soares, diretor da 21ª Regional de Saúde, sediada em Telêmaco.

 

A PRESIDENTE:

Dr. Andreia explicou papel da OAB em prol da população e especialmente buscando que seja cumprido aquilo que está escrito na Constituição Federal.

 

DR LEANDRO:

O vice-presidente, contemplando o que disse a presidente, falou que a advocacia tem seu papel relevante, especialmente neste momento pandêmico, tal, foi colocada pelo Ministério da Saúde, como atividade essencial, e mesmo com riscos de seus profissionais por estarem em ação, não fecharam as portas de seus escritórios, bem como isso se dá com a sede da Subseção.

 

DR. ANDRÉ CORAIOLA:

Na condição de presidente de duas das principais instituições quanto a este momento, explicou que não há condição do sistema de Saúde ficar pior do que está, e sim quem poderá ficar pior, é a população, porque não se trata da questão de recursos, por exemplo, mas de lotação máxima das unidades de Saúde, os hospitais.

Segundo informou, o sistema colapsou, porque as pessoas podem ficar fora do sistema de saúde, ou seja, ou nas casas, ou até nas ruas. Falou que se a situação continuar como está, não devemos estranhar se chegarmos a mil óbitos em Telêmaco. “As pessoas continuam brindando a vida, num momento de perigo de morte”, e é uma questão cultural, brasileira, com as aglomerações e falta de cuidados básicos, que se fossem respeitados, diminuiriam muito as infecções.

 

CATTO, SECRETÁRIO DA SAÚDE:

Ele respondeu a pergunta inicial da Dra. Andreia, de que entre dezembro e janeiro eram atendidos 25% dos pacientes, e que isso correspondia à Covid. Hoje, no dia 15 último, foram 75% por Covid e 25%, atendimentos clínicos. Em números reais, hoje de 250 a 300, com casos suspeitos ou positivados de Covid são atendidos.

Até por curiosidade, hoje, em média, 400 diários chegam nas segundas feiras.

Dos diversos temas, comentou ele também dos atendimentos Covid que estão agora no Upa, e que casos clínicos habituais antes lá atendidos, hoje acontecem no IDF, além de responder quanto às UBS´s escolhidas para atendimentos até as 20 horas, à população.

As demais incidências de doenças não cessaram, fez questão de lembrar, e neste momento, simultaneamente, acontece a vacinação contra Influenza, e que a dose de uma vacina, inclusive, não elimina a necessidade da outra, referindo-se às prevenções contra a Gripe e ao Covid.

 

FOFO, DA REGIONAL DE SAÚDE:

Apelido a muito tempo como é chamado o diretor da Regional, ele fez um retrospecto da sua jornada à frente deste trabalho, aonde neste período de mais de 2 anos, se deu o funcionamento do Samu e do Hospital Regional (HRTB) este último, sendo um Hospital de Campanha de combate ao coronavírus. Também falou que neste dia 1º se recordará o primeiro ano em atividade do HR, e agradeceu as empresas e neste caso, a Klabin, que ajudou para que ele entrasse em efetiva operação.

Sendo muito direto, falou que mais do que precisar do sistema, hoje se necessitam das pessoas, no sentido de ajudar a se precaver, além de que, “a Saúde não parou e sim agregou mais a Covid.

Os problemas não são só com leitos, mas com equipamentos, medicamentos, Epi´s, e novamente agradeceu as empresas, Braslumber, Klabin, e Sanepar.

Explicou a questão de medicamento, aonde um, por exemplo, que antes da pandemia custava 8 reais, e hoje, 140 reais.

A todo momento, disse dos profissionais que estão na linha de frente, e também aos gestores, que estão inclusos na regional de saúde. Aos vacinadores, que estão se colocando em risco.

Foi uma das falas mais emocionantes a de Cleverton, que lembrou o pedido de sua mãe de que ele não vá a hospitais, e mantenha o distanciamento, ao qual ele relembra seus mais de 20 anos, e que se trata agora, de uma missão: “E se eu morrer por causa do Covid, eu vou morrer trabalhando, honesto, e agradeço a minha família, que me apoia todos os dias, e eles sabem das dificuldades que eu venho encarando. Não é fácil esta missão, que eu nunca imaginei estar vivendo, mas tenho a certeza, que vai passar, com a ajuda de Deus, e com a ajuda de todas aquelas pessoas que ainda não acreditam nessa pandemia, por favor, nos ajudem, nos ajudem nessa pandemia, porque as pernas já estão enfraquecendo!”.

O Oberekando usa das palavras de Fofo, sabendo que da mesma forma é o sentimento de Catto e Coraiola, mais no sentido de os agradecer, e a cada profissional de Saúde, desde a faxineira, os motoristas de ambulância e aos médicos, que se colocam em risco, por pessoas que eles nunca viram em sua frente... mas pelo sublime ato de salvar vidas: Que isto sensibilize aqueles que ousam reunir-se em churrascos, festas clandestinas... e se fosse um parente seu, adoentado, ou na linha de frente? Esta citação é do Oberekando, porque toda vez que a Saúde faz pedidos de fique em casa se for possível, é vista como má, mas na ponta da linha, é nela, que a corda arrebenta!

Ao final da Live, - lembre-se que o próprio mediador teve este momento de pandemia como trágico, quando Dr Rogério e família, não tiveram o que seria normal, o tempo para se despedir de seu pai, José Fermino da Silva, mais uma vítima do Covid -. Ele voltou a receber as condolências dos participantes. Ao concluir o diálogo, elogiado por todos a iniciativa da OAB Telêmaco, Rogério disse que o principal objetivo do evento é ajudar a fazer uma mudança desta cultura e de comportamento quanto ao momento Covid, junto à população.

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